Embraer: atuação estratégica do RH na organização
Como uma das maiores fabricantes mundiais de aviões comerciais e executivos do mundo, com mais de 24 mil colaboradores que atuam nos cinco continentes está investindo na área de Treinamento e Desenvolvimento? A organização que parece assustar pela sua dimensão, a princípio, trata-se da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A,) e para responder a essa questão, Eunice Batista, diretora de Desenvolvimento de Pessoas, participará do 2º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), promovido pelo RH.COM.BR, e que acontece no período de 15 a 30 de maio de 2008.
Ao proferir a palestra “Novos Paradigmas da Capitação em Engenharia”, Eunice Batista focará sua apresentação nos investimentos que a companhia tem destinado à preparação de um segmento de profissionais especial – os engenheiros. A apresentação da palestrante está estruturada em seis partes.
Na primeira, Eunice Batista falará sobre a evolução tecnológica e sua influência na formação de profissionais técnicos. Em um segundo momento, será aberto espaço para que seja apresentado o cenário enfrentado pela área de Recursos Humanos no que se refere à formação de engenheiros. “Falaremos também, sobre a quantidade e o perfil dos engenheiros formados pelas principais escolas brasileiras, e as carências do setor aeroespacial”, acrescenta a diretora de Desenvolvimento e Pessoas.
Na terceira a palestra será centralizada nos novos paradigmas para formação de engenheiros, com especial ênfase em aspectos como quantidade de informações, velocidade e qualidade dos programas de desenvolvimento. Em seguida, serão apresentadas as linhas mestras do Programa de Especialização em Engenharia da Embraer e seus principais resultados. Por fim, os congressistas conhecerão os desafios que a companhia visualiza para o futuro.
De acordo com a palestrante, a Embraer busca novas estratégias de desenvolvimento de competências, que integrem a quantidade de informações a ser transmitida aos novos profissionais em uma velocidade com que esta transmissão deve ser feita. “Também fazem parte desta equação, a estratégia pedagógica e o perfil demandado do profissional que continuamente se altera, em decorrência das mudanças no mercado e das inovações tecnológicas que têm que ser incorporadas em novos produtos e serviços, de forma a assegurar a competitividade da empresa”, conclui Eunice Batista.
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